ÉTICA: para ouvir e refletir
11 semanas atrás | ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br
13 semanas atrás | ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br
Projeto de Vida
Em parceira com a Promon Engenharia e a Junior Achievement foi realizado o ciclo de oficinas “Economia Pessoal”. Com carga horária total de 8h, o curso teve como objetivo transmitir e debater com os alunos questões relacionadas a planejamento de vida e mercado de trabalho: apresentação pessoal, ética no trabalho, administração de finanças pessoais, etc. Além de incentivar os jovens a assumirem responsabilidades consigo mesmos e com o seu futuro. As oficinas contaram com material didático fornecido pela Junior Achievement e foram ministradas por colaboradores voluntários da Promon Engenharia (aos alunos da Praça XI). No último dia, foi entregue aos alunos o certificado de conclusão do curso em uma pequena confraternização de encerramento.
Ciclo de palestras
Para o ciclo de palestras foram convidados voluntários do Grupo Promon de diversas áreas de atuação para falar aos jovens sobre carreiras, faixa salarial e cursos oferecidos pelas universidades. Os palestrantes da empresa contaram com um datashow cedido pela empresa All Business Locações para uso nas palestras.
Depoimentos
Guilherme Azevedo Neto – 19 anos
“Foram palestras muito bem feitas e organizadas. Com isso deu para aprender bastante sobre os cursos apresentados. A grande maioria dos palestrantes se expressou muito bem, são pessoas muito simpáticas e inteligentes que entendem bem os seus cursos”.
Dayana Medeiros do Amaral – 18 anos
“Foi muito esclarecedor, os palestrantes souberam apresentar bem e trouxeram as informações de maneira perfeita”.
Jéssica Taila da Silva
“Serviu para que eu obtivesse mais informações sobre o curso por mim escolhido e confirmou minha escolha”.
Priscila Lopes – 19 anos
”O entendimento das palestras ficou bem melhor com os instrumentos extras. Elas foram úteis para afirmar a minha decisão. Me fez ter mais certeza de que carreira seguirei”.
Visita ao escritório da Promon
No dia 03 de dezembro um grupo de 20 jovens acompanhados do coordenador Jorge dos Santos passaram a tarde no escritório na Praia do Flamengo do Grupo Promon, apoiadora do projeto.
No encontro assistiram a palestras de funcionários de diversos setores, que falaram de experiência profissional e da organização da empresa. Realizaram também uma visita guiada por funcionários aos setores empresa.
Para encerrar participaram de uma videoconferência com Fábio Risério, que esteja no escritório de São Paulo, Fábio é responsável pelo Programa de Voluntariado Promon, que falou de sua trajetória pessoal, abordando as dificuldades e motivos que o fizeram perseverar.
13 semanas atrás | ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br
13 semanas atrás | ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br
A preocupação em garantir educação de boa qualidade aos filhos é uma questão presente em todas as classes sociais. Estudo realizada pelo Insper Instituto de Ensino e Pesquisa (Ex-Ibmec-SP) com base nos últimos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) surpreendeu. “A pesquisa mostrou que as classes D e E consomem 10% de sua renda com a educação”, comenta o coordenador do Centro de Políticas Públicas da instituição e coordenador do estudo, Naércio Menezes.
Segundo o especialista, o dado demonstra que no Brasil a educação é prioridade para as famílias, independentemente da renda. A classe A investe cerca de 5% de seus rendimentos na formação dos filhos, enquanto a classe B consome 8% e a classe C 7%.
Outro dado interessante foi revelado pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad, divulgado no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo apontou que a taxa de fecundidade por mulher, despencou para a menor da história, sendo 1,89 filho. O motivo é a maior preocupação em manter o conforto da família, evitando cortes no orçamento.
A psicóloga Renata da Mata Costa diz que conseguir manter o investimento da família na educação do filho, Gustavo, é a maior preocupação. A escola e os gastos com aulas extras de língua e esporte consomem R$ 1,2 mil ao mês. “A escola é a despesa mais pesada que temos, mas é de extrema importância. Preferimos cortar em outros gastos a cortar na educação.” Segunda ela, quando o assunto é custos, a mensalidade escolar é o que mais pesa na decisão de ter o segundo filho.
O crescimento da renda apresentou ao brasileiro uma possibilidade que antes não fazia parte da rotina doméstica: planejar os gastos a longo prazo. Para fazer uma conta que começa hoje e deve ser fechada em 18 anos, os pais não devem se intimidar com pequenos números. O professor de finanças do Ibmec-BH, Eduardo Coutinho, aponta que uma poupança de R$ 50 ao mês, rendendo meio ponto acima da inflação (índice da caderneta), em 116 meses corresponderá a R$ 19.367. Nas mesmas condições, se o valor poupado for de R$ 100, ao final de 18 anos, o estudante terá R$ 38,7 mil. “Esse valor suporta uma mensalidade de R$ 909 por 48 meses”, garante o especialista.
A conta estimada pelo especialista, o engenheiro Renato Poli tem na ponta da língua. Pai de dois meninos de 6 e 4 anos, ele diz que do maternal à faculdade vai gastar R$ 100 mil com cada. “Minha intenção é que eles cursem uma faculdade pública.” Caso o projeto não dê certo, Renato calcula um gasto extra de R$ 50 mil, com cada um dos filhos. A ideia do engenheiro é resultado de uma política invertida do governo brasileiro. “Nenhum país tem uma disparidade tão grande entre os investimentos no ensino fundamental e no ensino superior”, aponta Menezes.
Segundo o especialista, enquanto investe cerca de R$ 2,2 mil por aluno, por ano na educação básica e R$ 1,5 mil ao ano no ensino médio, o país paga por aluno no curso superior cerca de R$ 12 mil ao ano. “Essa é uma lógica que privilegia aqueles com maior renda.”
Fonte: Estado de Minas | por Marinella Castro
13 semanas atrás | ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br
Atitudes simples dos pais, como conversar com os filhos e acompanhar o dever de casa, podem influenciar substancialmente a vida escolar de meninos e meninas. A constatação é do professor Cláudio de Moura Castro, que participou do colóquio Processos Educativos, Ampliação do Atendimento da Educação e Tecnologias da Informação. O debate ocorreu durante a Conferência Nacional de Educação (Conae), em Brasília no final do mês de março.
O professor fez uma comparação entre hábitos familiares em países asiáticos como Coréia e Japão e no Brasil. De acordo com ele, o desempenho acima da média dos alunos desses países, em avaliações internacionais como o Pisa, está intimamente relacionado ao envolvimento dos pais no acompanhamento da vida escolar dos filhos.
“Entre 70% e 80% dos resultados escolares se deve a fatores ligados à família”, avaliou. De acordo com Cláudio, no Japão e na Coréia os pais gastam cerca de 30% de seu orçamento com a educação dos filhos – mesmo que os sistemas de educação desses países seja público – ao pagar, por exemplo, aulas de reforços. “Isso é mais do que esses governos gastam com as escolas públicas.” Segundo o professor, 83% dos alunos da Coréia estão em cursos de reforços.
Outro ponto considerado positivo pelo pesquisador é que os alunos coreanos, além de terem aulas de reforço, passam mais tempo na escola: cerca de dez horas, contra cinco dos brasileiros. “Eles também lêem mais e vêem menos televisão do que os brasileiros”, disse. De acordo com ele, no Brasil, em média, os estudantes, quando estão em casa, passam quatro horas em frente à tevê e apenas uma estudando.
Para ajudar o filho a melhorar o desempenho, aconselha o pesquisador, bastam medidas simples como acompanhar o dever de casa, incentivar a leitura nas férias e conversar muito com os filhos. “O pai tem que saber o que ocorre na escola e o acompanhamento do dever de casa é o diálogo do pai com a escola”, acredita.
De acordo com as pesquisas de Cláudio, os pais que ajudam com o dever, verificam as correções dos professores e conversam bastante com os filhos, mesmo sobre assuntos não ligados à escola, mostram interesse pela vida dos filhos e incentivam uma rotina de estudos, influenciando positivamente no desempenho escolar. É o que ocorre na Coréia e no Japão, onde, segundo o professor, há uma profunda crença de que o estudo pode melhorar substancialmente a vida das pessoas.
Fonte: Ministério da Educação / por Maria Clara Machado
13 semanas atrás | ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br
Fonte: Todos Pela Educação
28 de abril é o Dia da Educação. Data da Cúpula Mundial de Educação realizada há dez anos, em Dakar, o Dia da Educação marca o compromisso de se alcançar os objetivos e as metas do Educação Para Todos (EPT) para cada cidadão e cada sociedade. Mas apesar dos avanços importantes alcançados nos últimos anos, a data nos lembra que o Brasil ainda está longe deste objetivo. Alguns números destacados pelo 20º kit do projeto “No Ar: Todos Pela Educação” apontam que o Brasil ainda tem baixos níveis de aprendizado, que nossos professores não são devidamente valorizados e que precisamos aumentar os investimentos em Educação.
Este projeto é uma iniciativa do movimento Todos Pela Educação em parceria com o Unicef, e conta com o apoio do Grupo ABC e da produtora Friends Áudio. O projeto consiste em enviar aos radialistas de todo o País um kit mensal com informações, depoimentos de radialistas, artistas e atletas; músicas e spots com dicas de como a sociedade pode fazer a sua parte pela melhoria da Educação.
As dicas do 20º kit reforçam a mensagem de que as crianças e jovens deste país precisam muito que cada um de nós faça a sua parte para melhorar a qualidade da Educação. O kit de abril ainda relembra a importância do Plano Nacional de Educação, que deve ser aprovado no ano de 2010 e balizar as políticas públicas educacionais do país nos próximos dez anos.
O kit também traz o depoimento da atriz Leticia Spiller, que fala sobre o seu dever de mãe de incentivar e ajudar na Educação do filho, lendo ou acompanhando as lições de casa com ele. No quadro Prazer em Aprender, da rádio CBN, o jornalista Gilberto Dimenstein entrevista o músico Tom Zé. O radialista do mês é Francisco Alves, da Rádio Comunitária Angical Fm 87,9, do Piauí.
A convocação de abril é do radialista Milton Jung, da CBN de São Paulo. Ele defende que o Dia da Educação deveria ser a data mais comentada e divulgada por todos os brasileiros e pede que as rádios falem muito em Educação e expliquem como todos podem ajudar a melhorar a qualidade do ensino.
“No Ar: Todos Pela Educação” também conta com o apoio da Abert – Associação Brasileira de Rádio e Televisão, das Associações Estaduais de Rádio e Televisão e do GPR – Grupo de Profissionais do Rádio.
Todos os materiais do projeto estão disponíveis e podem ser baixados pela internet no site do Todos Pela Educação.
Aulas de inglês, Geral, Relatos
16 semanas atrás | ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br
A iniciativa “Ensinar inglês é piece of cake” está em plena atividade, com o objetivo de usar o ensino de inglês como instrumento de educação, auxiliando crianças e adolescente a conquistar, com autonomia, seus ideais e a alcançar um futuro melhor vem beneficiando cerca de 30 alunos através do trabalho voluntário de 10 profissionais do Grupo Promon, chamados de volunteachers: que atuam como instrutores nas aulas.
E pelo que parece as aulas tem agradado tanto os volunteachers como os students, como podemos ler nos depoimentos abaixo:
“Eu já tinha feito outros trabalhos voluntários no passado, mas nenhum com crianças e nenhum relacionado a aulas de inglês. Por isso decidi experimentar esta nova experiência. Foi fantástico! Fiquei impressionado com a disposição e disciplina dos alunos. Apesar de não conhecer a língua, eles já sabiam da importância da mesma. Assim, a cada palavra nova que eles aprendiam, os olhos deles brilhavam mais de alegria. O meu maior presente foi, ao final da aula, receber o cumprimento de cada aluno e até um abraço apertado de alguns. Os alunos saíram correndo da sala para ir contar aos seus coleguinhas o que haviam aprendido. Isso nos mostra que uma simples aula de inglês não somente ensina uma língua nova para as pessoas, mas também é capaz de elevar a auto-estima delas. Estou muito orgulhoso em trabalhar na Promon, uma empresa que está sempre procurando desenvolver jovens e crianças carentes através dos seus inúmeros programas de voluntariado. O programa de voluntariado de aulas de inglês, em particular, foi uma excelente idéia e eu estou muito contente em ser um VOLUNTEACHER e poder fazer parte dela”.
Rafael Angelo, voluntário das aulas de inglês do CCA Santa Teresa de Jesus
“Adorei a ideia, pois o inglês é um idioma que faz parte do nosso dia- a- dia. Quando feito dentro da empresa traz maior aproveitamento para a formação do profissional dentro da sua realidade. E também dá ao jovem a oportunidade de aprender mais o idioma abrindo portas para o futuro seja na vida profissional ou pessoal.”
Gabriella Goncalves, jovem aprendiz da Promon Engenharia e aluna das aulas de inglês
“Eu sempre tive vontade de participar de algum programa de voluntariado, mas me faltava iniciativa. A oportunidade que apareceu na Promon foi o empurrão que eu precisava para de vez conseguir fazer o que eu desejava. A iniciativa me pareceu muito bem estruturada e com certeza todos nós (alunos, voluntários e Promon) seremos beneficiados com isso. Logo na primeira aula comprovei uma coisa que sempre ouvi falar de quem já foi voluntário: “ser voluntário traz uma enorme gratificação pela sua pequena dedicação”. Essa gratificação é tão grande que te dá vontade de fazer mais e mais. Estou muito confiante que essa iniciativa será um sucesso!”
Fábio Montrezor, voluntário das aulas de inglês da turma de Jovens Aprendiz do Grupo Promon
“A elaboração das aulas de inglês foi uma idéia excelente. Tanto para nós aprendizes, como para os instrutores voluntários. É sempre bom aprender coisas novas, e acho que essas aulas vão nos ajudar muito não apenas na vida profissional como na vida pessoal.
É uma experiência única e fantástica, com isso fica até mais gostoso trabalhar. É muito bom saber que a empresa se preocupa e investe nos funcionários, principalmente em nós, aprendizes. Vou me dedicar ao máximo e tirar o maior proveito que puder.”
Marina Guimarães, jovem aprendiz da PromonLogicalis e aluna das aulas de inglês
“As aulas estão sendo bem legais. Os meninos são bem motivados, visto que a dinâmica da aula foge do modelo padrão de ensino, o que estimula mais as crianças. O inglês representa um mundo novo para eles, o que gera muitas perguntas e curiosidade. Mas o que mais vale é o aprendizado mútuo: enquanto eles aprendem inglês, aprendemos cidadania”.
Marcio Ribeiro, voluntário das aulas de inglês do CCA Santa Teresa de Jesus
“Essa iniciativa é importante não só para mim como para todos os alunos. Atualmente dominar o inglês se tornou quase que obrigatório, grandes empresas exige isso, pois o mesmo influência no nível profissional e cultural. Não podemos esquecer dos voluntários que estão ali comprometidos para nos transmitir seus conhecimentos e provar que juntos podemos construir um mundo de oportunidades.”
Luciano Pinto, mensageiro do Consórcio CCPR e aluno das aulas de inglês
“O trabalho tem sido maravilhoso! Meus dias começam com muito mais disposição, amor e energia!! Penso que ser voluntário é fazer uma troca, é ensinar e aprender. Doamos um pouco de nosso tempo e conhecimento e recebemos carinho e sorrisos!! Eles aprendem uma nova língua e nós aprendemos a ser cidadãos! Hoje ganhei um abraço no final de uma aula! Não tem como explicar a satisfação de ser voluntário… tem que fazer parte para entender!”
Barbara Seixas, voluntária das aulas de inglês do CCA
“É muito legal a Promon estar dando esse curso de inglês gratuito para a gente. Nós queremos aprender inglês para quando crescermos ir viajar mundo a fora e arranjar um emprego de verdade. Todos nós queremos agradecer a Promon por nos dar essa ótima oportunidade de aprender inglês. Obrigado Promon pela oportunidade maravilhosa que me deu a aprender o inglês”.
Depoimento de aluna do CCA, que participa das aulas dentro da Promon
“Por que é importante inglês? Inglês é importante porque é a segunda língua mais falada no mundo, isso perde para o chinês por causa da sua grande população. E hoje em dia praticamente esta se tornando o básico tem o inglês.
Por que o inglês é fundamental? Porque chega quase ser a língua universal do mundo. E vemos em qualquer lugar, mesmo que seja uma palavra. É importante ter para as pessoas que viajam para o Estrangeiro saber se comunicar.
Como foi o inicio da aula? Bom, chegamos à sala fomos recebidos pelos professores Lucas e Luiza que nos recebeu falando em inglês, logo vi que ali era um começo de algo que vou utilizar e terei sabedoria. Nessa aula aprendi as letras do abecedário sabia algumas, mas tive conhecimento do que não sabia. Ditamos algumas palavras em inglês e o significado em português. Treinamos o abecedário e temos uma lição de casa treinar em casa e na próxima aula soletrar o nome de cada estudante. Gostei muito da aula espero que continue e fique melhor ainda do que foi”.
Depoimento de aluna do CCA que participa das aulas dentro da Promon
“A realização da iniciativa das aulas de inglês foi a concretização da união em prol de um objetivo único, que foi beneficiar crianças e jovens de baixa renda a ter acesso as aulas de inglês, graças ao empenho, flexibilidade e vontade de fazer do CCA Santa Teresa de Jesus, CCA Lar Escola Recanto Cristão, Associação English For All, do Grupo Promon, dos voluntários e principalmente das crianças e jovens e suas famílias que conseguimos tornar a aulas possíveis, só por esse rico processo de construção já valeria a pena todo o esforço”.
Fábio Risério, coordenador do Programa de Voluntariado Promon
5 semanas atrás | ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br
Em função do crescimento das desigualdades sociais e de novos conceitos de responsabilidade social corporativa e individual, o trabalho voluntário vem crescendo de forma considerável no Brasil, através da conscientização e informação da população, tornou-se modelo a ser seguido em diversas regiões do mundo, principalmente, as atividades realizadas em Organizações Não Governamentais (ONGs), que não recebem ajuda financeira do governo e precisam constantemente do apoio e colaboração da sociedade.
O trabalho voluntário se torna importante pois fortalece a gestão das atividades, agregando conhecimentos técnicos de profissionais onerosos, que estas entidades não podem assumir como funcionários. Qualquer ajuda sempre é bem vinda, seja para área de educação, saúde ou qualquer outra.
Ainda hoje, muitas pessoas desconhecem as atividades desenvolvidas por um voluntário e os motivos para tornar-se um deles. Ser voluntário é ter o desejo de aplicar seus conhecimentos e habilidades especiais; participar de atividades que são importantes para a comunidade; ter um grande desejo de ajudar os outros; obter reconhecimento; sentir-se útil e necessário; ter interesse em aprender novas habilidades e participar de atividades agradáveis; corresponder à ajuda recebida anteriormente; aproveitar o tempo livre; diminuir a solidão e sentir que a própria vida tem um objetivo, um significado e alguma importância.
Apesar de não fazerem parte do quadro de colaboradores, os voluntários têm uma regulamentação para exercerem suas atividades. A Lei 9.608/1998, denominada Lei do Serviço Voluntário, define que a pessoa não gera vínculo empregatício, pois o trabalho é realizado em entidade pública ou privada, sem fins lucrativos, com objetivos sociais. No entanto, é exigido assinatura de termo de adesão.
Para iniciar trabalhos voluntários é necessário analisar a possibilidade de atuar em grupo, ajudar a resolver problemas, desenvolver e aplicar novas habilidades, além da ter disponibilidade. A pessoa que se comprometer a desenvolver este trabalho deve acreditar que seu esforço e comprometimento irão modificar e colaborar para o crescimento da entidade e daqueles que são atendidos pela instituição.
Apesar de o trabalho voluntário ter ampliado nos últimos anos no Brasil, a sociedade ainda precisa se mobilizar mais e desenvolver a consciência de cidadania, levantar-se por meio da multiplicação dos esforços. No entanto, é necessário divulgar ainda mais as iniciativas sociais de empresas e de pessoas físicas na própria comunidade e na Imprensa.
De acordo com a ONU, há sete anos o Brasil ocupava a quinta posição no ranking em número de voluntários. Hoje, participar de ações solidárias tem mobilizado, cada vez mais a população, que tanto se incomoda com as questões de desigualdade.
fonte: PLANIN Worldcom
5 semanas atrás | rita.menezes@promon.com.br
Ocupação que surgiu como alternativa ao desemprego, hoje os cerca de 40 mil catadores organizados de materiais recicláveis do Brasil são vistos como auxiliares da preservação ambiental. Tanto é que começou a funcionar um sistema on-line para essa classe de trabalhadores.O Cadastro Nacional de Catadores de Materiais de Recicláveis é um sistema virtual baseado em software livre que permite localizar cooperativas, definir as melhores rotas para os catadores, evitar sobreposição de territórios e determinar pontos ideais para novos galpões.
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Fórum TI Verde: |
O sistema foi desenvolvido pelo centro de informática da usina hidrelétrica de Itaipu, que em 2008 criou e entregou 80 carrinhos de coleta elétricos ao movimento dos catadores (MNCR). O convênio de cooperação técnica ainda prevê a gestão de aterros sanitários para a geração de energia e o estudo de logística urbana para a otimização da coleta de material reciclável.“Podemos chegar ao ponto de ter o controle do que está sendo coletado e reciclado em todo o Brasil”, ressalta Jair Kotz, superintendente de Gestão Ambiental da Itaipu.Além de gerir as atuais cooperativas, o sistema quer incentivar a criação de novas associações. “Estimamos que, em todo o país, devem existir cerca de 800 mil catadores”, diz Davi Amorim, coordenador de comunicação do MNCR. “O sistema pode nos ajudar a aumentar o atual número de associações e de trabalhadores organizados”, avaliou.
5 semanas atrás | ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br
As nações que desenvolveram qualidade de ensino se tornaram referências internacionais em gestão escolar. Veja abaixo medidas-chave para aprimorar a Educação.
Seleção e Formação dos Professores
Na Coreia do Sul, o vestibular para a carreira de professor está entre os mais difíceis e só os 5% de candidatos com as melhores notas são aceitos. O mestrado é obrigatório. No Brasil, 28% dos docentes não têm nível superior.
Investimento no Fundamental
Para chegar ao estágio atual, a Coreia investiu 10% do PIB em educação por uma década. O Brasil investe por ano 3,2% do PIB nessa área. Um aluno do Ensino Fundamental custa 1 700 reais por ano, um sétimo do que gastam países europeus.
Estrutura Adequada
As bibliotecas de escolas coreanas atraem famílias nos fins de semana. No Brasil, só metade das escolas públicas do Fundamental possui biblioteca, 25% têm acesso à internet e 15% laboratório de ciências.
Renumeração atraente
O salário inicial de um professor coreano equivale a 4.000 reais por mês. O valor pode dobrar em 20 anos. O salário médio dos professores no Brasil é 1.500 reais, 37% abaixo da média dos profissionais diplomados em geral
Exigência na Gestão
Em Cingapura, os candidatos a diretor de escola têm de estudar administração. Depois, passam a ser avaliados em função dos resultados. Para ser diretor de escola brasileira, basta ter diploma de pedagogia ou licenciatura em educação.
Valorização dos Melhores
As verbas destinadas às universidades no Chile têm uma parte variável, fixada por avaliação do desempenho dos alunos e dos projetos realizados. No Brasil, professores e diretores, sejam eles excelentes ou ruins, ganham o mesmo.
Prioridade do Estado
Nos anos 70, o índice de analfabetismo na Irlanda era de 35% ? hoje, é de 0,1%. Para conseguir esse resultado, os três maiores partidos políticos do país fizeram um pacto que sobreviveu a quatro trocas de presidente.
Dedicação dos alunos ao estudo
Os estudantes coreanos entram na escola às 7 horas e só saem às 16. Os alunos brasileiros da rede pública não passam mais que 5 horas por dia em aula. Ampliar a carga é uma etapa a vencer, após colocar todas as crianças na escola.
Reforço para quem precisa
Na Finlândia, de cada sete professores há um voltado para aulas de reforço, pelas quais passam 20% dos alunos. O MEC recomenda que o professor dedique 4 horas por semana a reforço, mas isso não é fiscalizado.
Envolvimento da família
A educação das crianças chega a consumir 30% do orçamento das famílias coreanas. Um estudo da Unesco apontou a falta de envolvimento dos pais na vida escolar como uma das causas da violência nas escolas no Brasil.