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	<title>Promon Voluntariado &#187; Notícias</title>
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	<description>O blog do voluntário Promon</description>
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		<title>Projeto social patrocinado pela Promon é citado entre os melhores do mundo por relatório da ONU</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 14:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br</dc:creator>
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Desenvolvido pela Casa do Zezinho, projeto “Artes na Periferia” foi apresentado como referência durante a Reunião dos Líderes do Pacto Global da Organização das Nações Unidas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolvido pela Casa do Zezinho, projeto “Artes na Periferia” foi apresentado como referência durante a Reunião dos Líderes do Pacto Global da Organização das Nações Unidas.</p>
<p>Os cerca de 1500 líderes de governo e de grandes companhias que estiveram reunidos para Reunião de Líderes do Pacto Global 2010 <strong>(The Global Compact Leaders Summit 2010)</strong>, realizada em Nova Iorque (EUA), no mês de junho, tiveram a oportunidade de conhecer as melhores práticas e projetos sociais desenvolvidos pelas empresas signatárias do Pacto Global das Nações Unidas. Entre os 30 melhores projetos citados por um dos relatórios da ONU está o <strong>“Artes na Periferia”</strong>, que é desenvolvido pela entidade social Casa do Zezinho e conta com o patrocínio da <strong>Promon Engenharia, empresa do Grupo Promon</strong> reconhecida por sua competência em engenharia, gerenciamento de empreendimentos e forte capacidade empreendedora.   </p>
<p>O projeto tem por objetivo propiciar às famílias das comunidades do Parque Santo Antônio, Parque Maria Helena e adjacências na zona sul da cidade de São Paulo, uma ocupação cultural nos finais de semana. Com base na constatação de que o índice de violência é maior nessas regiões aos finais de semana, o Projeto é uma resposta à carência de atividades artísticas e culturais para as famílias que moram no local. Com o Artes na Periferia, as famílias podem assistir e participar de apresentações musicais, teatrais, visuais, de literatura, vídeo e passeios culturais, além de uma oficina de artesanatos para os adultos.</p>
<p>“Foi muito gratificante receber o relatório durante o Leaders Summit e verificar que o Artes na Periferia estava entre os 30 melhores do mundo. Dada a proposta do encontro, que maximizou a interação entre participantes de diferentes países, tivemos a oportunidade de compartilhar essas experiências bem sucedidas e conhecer o que tem sido desenvolvido em termos de responsabilidade social em países como a China, por exemplo”, relata <strong>Fábio Risério, gerente de responsabilidade social da Promon</strong>. </p>
<p>Risério destaca que a Promon é signatária do Pacto das Nações Unidas desde 2006 e hoje ocupa uma posição de protagonismo no Comitê Brasileiro, que é formado por 35 representantes de empresas, federações empresariais e organizações da sociedade civil. “Hoje está muito claro que para vislumbrar um mundo mais sustentável é indispensável essa mobilização da sociedade civil, incluindo as empresas”, diz. “O sucesso do Artes na Periferia se deve, em grande medida, a atuação de diferentes atores sociais com um único objetivo: desenvolver práticas que tragam contribuições efetivas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, completa. </p>
<p>A parceria entre o Grupo Promon e a Casa do Zezinho completou dez anos em 2009. Ao longo dessa década de parceria, cerca de cento e cinquenta mil crianças e jovens participaram de 232 espetáculos, 381 sessões de cinema, 84 culturais e 26 oficinas.</p>
<p>                                                       Fonte: A4 Comunicação – Assessoria de Imprensa do Grupo Promon</p>
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		<title>Educação é prioridade para todas as famílias, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 13:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A preocupação em garantir educação de boa qualidade aos filhos é uma questão presente em todas as classes sociais. Estudo realizada pelo Insper Instituto de Ensino e Pesquisa (Ex-Ibmec-SP) com base nos últimos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) surpreendeu. “A pesquisa mostrou que as classes D e E consomem 10% de sua renda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A preocupação em garantir educação de boa qualidade aos filhos é uma questão presente em todas as classes sociais. Estudo realizada pelo Insper Instituto de Ensino e Pesquisa (Ex-Ibmec-SP) com base nos últimos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) surpreendeu. “A pesquisa mostrou que as classes D e E consomem 10% de sua renda com a educação”, comenta o coordenador do Centro de Políticas Públicas da instituição e coordenador do estudo, Naércio Menezes.</p>
<p>Segundo o especialista, o dado demonstra que no Brasil a educação é prioridade para as famílias, independentemente da renda. A classe A investe cerca de 5% de seus rendimentos na formação dos filhos, enquanto a classe B consome 8% e a classe C 7%.</p>
<p>Outro dado interessante foi revelado pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad, divulgado no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo apontou que a taxa de fecundidade por mulher, despencou para a menor da história, sendo 1,89 filho. O motivo é a maior preocupação em manter o conforto da família, evitando cortes no orçamento.</p>
<p>A psicóloga Renata da Mata Costa diz que conseguir manter o investimento da família na educação do filho, Gustavo, é a maior preocupação. A escola e os gastos com aulas extras de língua e esporte consomem R$ 1,2 mil ao mês. “A escola é a despesa mais pesada que temos, mas é de extrema importância. Preferimos cortar em outros gastos a cortar na educação.” Segunda ela, quando o assunto é custos, a mensalidade escolar é o que mais pesa na decisão de ter o segundo filho.</p>
<p>O crescimento da renda apresentou ao brasileiro uma possibilidade que antes não fazia parte da rotina doméstica: planejar os gastos a longo prazo. Para fazer uma conta que começa hoje e deve ser fechada em 18 anos, os pais não devem se intimidar com pequenos números. O professor de finanças do Ibmec-BH, Eduardo Coutinho, aponta que uma poupança de R$ 50 ao mês, rendendo meio ponto acima da inflação (índice da caderneta), em 116 meses corresponderá a R$ 19.367. Nas mesmas condições, se o valor poupado for de R$ 100, ao final de 18 anos, o estudante terá R$ 38,7 mil. “Esse valor suporta uma mensalidade de R$ 909 por 48 meses”, garante o especialista.</p>
<p>A conta estimada pelo especialista, o engenheiro Renato Poli tem na ponta da língua. Pai de dois meninos de 6 e 4 anos, ele diz que do maternal à faculdade vai gastar R$ 100 mil com cada. “Minha intenção é que eles cursem uma faculdade pública.” Caso o projeto não dê certo, Renato calcula um gasto extra de R$ 50 mil, com cada um dos filhos. A ideia do engenheiro é resultado de uma política invertida do governo brasileiro. “Nenhum país tem uma disparidade tão grande entre os investimentos no ensino fundamental e no ensino superior”, aponta Menezes.</p>
<p>Segundo o especialista, enquanto investe cerca de R$ 2,2 mil por aluno, por ano na educação básica e R$ 1,5 mil ao ano no ensino médio, o país paga por aluno no curso superior cerca de R$ 12 mil ao ano. “Essa é uma lógica que privilegia aqueles com maior renda.”</p>
<p>Fonte: Estado de Minas | por Marinella Castro</p>
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		<title>Papel das famílias garante o desempenho de filhos na escola</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 13:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atitudes simples dos pais, como conversar com os filhos e acompanhar o dever de casa, podem influenciar substancialmente a vida escolar de meninos e meninas. A constatação é do professor Cláudio de Moura Castro, que participou do colóquio Processos Educativos, Ampliação do Atendimento da Educação e Tecnologias da Informação. O debate ocorreu durante a Conferência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atitudes simples dos pais, como conversar com os filhos e acompanhar o dever de casa, podem influenciar substancialmente a vida escolar de meninos e meninas. A constatação é do professor Cláudio de Moura Castro, que participou do colóquio Processos Educativos, Ampliação do Atendimento da Educação e Tecnologias da Informação. O debate ocorreu durante a Conferência Nacional de Educação (Conae), em Brasília no final do mês de março.</p>
<p>O professor fez uma comparação entre hábitos familiares em países asiáticos como Coréia e Japão e no Brasil. De acordo com ele, o desempenho acima da média dos alunos desses países, em avaliações internacionais como o Pisa, está intimamente relacionado ao envolvimento dos pais no acompanhamento da vida escolar dos filhos.</p>
<p>“Entre 70% e 80% dos resultados escolares se deve a fatores ligados à família”, avaliou. De acordo com Cláudio, no Japão e na Coréia os pais gastam cerca de 30% de seu orçamento com a educação dos filhos – mesmo que os sistemas de educação desses países seja público – ao pagar, por exemplo, aulas de reforços. “Isso é mais do que esses governos gastam com as escolas públicas.” Segundo o professor, 83% dos alunos da Coréia estão em cursos de reforços.</p>
<p>Outro ponto considerado positivo pelo pesquisador é que os alunos coreanos, além de terem aulas de reforço, passam mais tempo na escola: cerca de dez horas, contra cinco dos brasileiros. “Eles também lêem mais e vêem menos televisão do que os brasileiros”, disse. De acordo com ele, no Brasil, em média, os estudantes, quando estão em casa, passam quatro horas em frente à tevê e apenas uma estudando.</p>
<p>Para ajudar o filho a melhorar o desempenho, aconselha o pesquisador, bastam medidas simples como acompanhar o dever de casa, incentivar a leitura nas férias e conversar muito com os filhos. “O pai tem que saber o que ocorre na escola e o acompanhamento do dever de casa é o diálogo do pai com a escola”, acredita.</p>
<p>De acordo com as pesquisas de Cláudio, os pais que ajudam com o dever, verificam as correções dos professores e conversam bastante com os filhos, mesmo sobre assuntos não ligados à escola, mostram interesse pela vida dos filhos e incentivam uma rotina de estudos, influenciando positivamente no desempenho escolar. É o que ocorre na Coréia e no Japão, onde, segundo o professor, há uma profunda crença de que o estudo pode melhorar substancialmente a vida das pessoas.</p>
<p>Fonte: Ministério da Educação / por Maria Clara Machado</p>
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		<title>A importância do trabalho voluntário</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 14:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ciee_gabriella.goncalves@promon.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalho voluntário ganha força e é um modelo a ser seguido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em função do crescimento das desigualdades sociais e de novos conceitos de responsabilidade social corporativa e individual, o trabalho voluntário vem crescendo de forma considerável no Brasil, através da conscientização e informação da população, tornou-se modelo a ser seguido em diversas regiões do mundo, principalmente, as atividades realizadas em Organizações Não Governamentais (ONGs), que não recebem ajuda financeira do governo e precisam constantemente do apoio e colaboração da sociedade.</p>
<p>O trabalho voluntário se torna importante pois fortalece a gestão das atividades, agregando conhecimentos técnicos de profissionais onerosos, que estas entidades não podem assumir como funcionários. Qualquer ajuda sempre é bem vinda, seja para área de educação, saúde ou qualquer outra.</p>
<p>Ainda hoje, muitas pessoas desconhecem as atividades desenvolvidas por um voluntário e os motivos para tornar-se um deles. Ser voluntário é ter o desejo de aplicar seus conhecimentos e habilidades especiais; participar de atividades que são importantes para a comunidade; ter um grande desejo de ajudar os outros; obter reconhecimento; sentir-se útil e necessário; ter interesse em aprender novas habilidades e participar de atividades agradáveis; corresponder à ajuda recebida anteriormente; aproveitar o tempo livre; diminuir a solidão e sentir que a própria vida tem um objetivo, um significado e alguma importância.</p>
<p>Apesar de não fazerem parte do quadro de colaboradores, os voluntários têm uma regulamentação para exercerem suas atividades. A Lei 9.608/1998, denominada Lei do Serviço Voluntário, define que a pessoa não gera vínculo empregatício, pois o trabalho é realizado em entidade pública ou privada, sem fins lucrativos, com objetivos sociais. No entanto, é exigido assinatura de termo de adesão.</p>
<p>Para iniciar trabalhos voluntários é necessário analisar a possibilidade de atuar em grupo, ajudar a resolver problemas, desenvolver e aplicar novas habilidades, além da ter disponibilidade. A pessoa que se comprometer a desenvolver este trabalho deve acreditar que seu esforço e comprometimento irão modificar e colaborar para o crescimento da entidade e daqueles que são atendidos pela instituição.</p>
<p>Apesar de o trabalho voluntário ter ampliado nos últimos anos no Brasil, a sociedade ainda precisa se mobilizar mais e desenvolver a consciência de cidadania, levantar-se por meio da multiplicação dos esforços. No entanto, é necessário divulgar ainda mais as iniciativas sociais de empresas e de pessoas físicas na própria comunidade e na Imprensa.</p>
<p>De acordo com a ONU, há sete anos o Brasil ocupava a quinta posição no ranking em número de voluntários. Hoje, participar de ações solidárias tem mobilizado, cada vez mais a população, que tanto se incomoda com as questões de desigualdade.</p>
<p>fonte: PLANIN Worldcom</p>
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		<title>Catadores on-line</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rita.menezes@promon.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ocupação que surgiu como alternativa ao desemprego, hoje os cerca de 40 mil catadores organizados de materiais recicláveis do Brasil são vistos como auxiliares da preservação ambiental. Tanto é que começou a funcionar um sistema on-line para essa classe de trabalhadores.O Cadastro Nacional de Catadores de Materiais de Recicláveis é um sistema virtual baseado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><font face="Times New Roman">Ocupação que surgiu como alternativa ao desemprego, hoje os cerca de 40 mil catadores organizados de materiais recicláveis do Brasil são vistos como auxiliares da preservação ambiental. Tanto é que começou a funcionar um sistema on-line para essa classe de trabalhadores.</font><font face="Times New Roman">O Cadastro Nacional de Catadores de Materiais de Recicláveis é um sistema virtual baseado em software livre que permite localizar cooperativas, definir as melhores rotas para os catadores, evitar sobreposição de territórios e determinar pontos ideais para novos galpões.</font></p>
<table border="1" width="441" cellPadding="0" cellSpacing="1" style="width: 330.75pt; border: 2.25pt outset" class="MsoNormalTable">
<tr>
<td style="background-color: transparent; border: #d4d0c8; padding: 0.75pt">
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center" class="MsoNormal"><font size="3"><font face="Times New Roman"><strong>Fórum TI Verde:<br />
</strong>A B2B Magazine criou um espaço para discussão de práticas sustentáveis. </font></font><a href="http://www.gpadrao.com.br/forum_verde"><font size="3" face="Times New Roman">Participe</font></a><font size="3" face="Times New Roman">!</font></td>
</tr>
</table>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p><font face="Times New Roman">O sistema foi desenvolvido pelo centro de informática da usina hidrelétrica de Itaipu, que em 2008 criou e entregou 80 carrinhos de coleta elétricos ao movimento dos catadores (MNCR). O convênio de cooperação técnica ainda prevê a gestão de aterros sanitários para a geração de energia e o estudo de logística urbana para a otimização da coleta de material reciclável.</font><font face="Times New Roman">“Podemos chegar ao ponto de ter o controle do que está sendo coletado e reciclado em todo o Brasil”, ressalta Jair Kotz, superintendente de Gestão Ambiental da Itaipu.</font><font face="Times New Roman">Além de gerir as atuais cooperativas, o sistema quer incentivar a criação de novas associações. “Estimamos que, em todo o país, devem existir cerca de 800 mil catadores”, diz Davi Amorim, coordenador de comunicação do MNCR. “O sistema pode nos ajudar a aumentar o atual número de associações e de trabalhadores organizados”, avaliou.</font><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p><span style="font-size: 8pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'"><o:p>font :   </o:p></span><span style="font-size: 8pt; font-family: 'Verdana','sans-serif'"><a href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&amp;id_subcanais=22&amp;id_noticia=24255&amp;colunista=1">www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&amp;id_subcanais=22&amp;id_noticia=24255&amp;colunista=1</a> </span></p>
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		<title>Práticas socioambientais atraem funcionários mais engajados e honestos</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 21:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito por Luis Paulo Roque — Publicado em 18/08/2009 15:29 

 Empresas com práticas sócioambientais atraem funcionários com características desejáveis, como disposição e honestidade, disse o consultor e pesquisador norte-americano Bob Willard durante evento Sustentável 2009, em São Paulo.Segundo dados de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, 83% dos empregados são mais engajados com a empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri"><font color="#000000">Escrito por Luis Paulo Roque — Publicado em 18/08/2009 15:29</font> <o:p></o:p></font></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"></span></p>
<p><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri"> Empresas com práticas sócioambientais atraem funcionários com características desejáveis, como disposição e honestidade, disse o consultor e pesquisador norte-americano Bob Willard durante evento Sustentável 2009, em São Paulo.<o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri">Segundo dados de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, 83% dos empregados são mais engajados com a empresa quando ela segue valores que os funcionário compartilham.<o:p></o:p></font></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri">  </font></span></p>
<p><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri"> Além disso, Willard disse que as empresas que adotam práticas sócio-ambientais têm benefícios diretos nas suas operações, como redução dos gastos com energia, redução dos desperdícios, reaproveitamento de resíduos, além de agregar valor a seus produtos.<o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri">Mas para ele, os efeitos indiretos são bem importantes, apesar de difícil de contabilizar, e por isso os chama de &#8220;mudanças secretas&#8221;.<o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri">Estes ganhos incluem mudanças de comportamento dos funcionários, o que leva ao aumento da produtividade, redução dos custos com auditorias e redução de valores gastos em recrutamento de pessoal.<o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri">Segundo Willard, quando as empresas têm em sua identidade a preocupação com o meio-ambiente e desenvolvem trabalhos socioambientais efetivos, seus funcionários são mais comprometidos e possuem maior disposição para o trabalho e rotina do dia-a-dia.<o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri">&#8220;Os funcionários se identificam com os valores que a empresa defende&#8221;, disse Willard.<o:p></o:p></font></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri"><strong> A pesquisa também mostra que quando as empresas incentivam seus coboradores a participarem de projetos voluntários, eles são três vezes mais aptos a permanecerem no quadro de funcionários.</strong></font></span></p>
<p><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri"> <o:p></o:p></font></span><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri">A honestidade dos funcionários é outra característica benéfica avaliada por Willard. Segundo ele, pessoas honestas procuram empregos em empresas que são conhecidas por práticas sócioambientais.<o:p></o:p></font></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"></span></p>
<p><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%"><font face="Calibri">Link da notícia : </font><a href="http://www.revistasustentabilidade.com.br/s02/pesquisa-e-inocacao/os-segredos-da-sustentabilidade-nas-empresas"><font color="#0000ff" face="Calibri">http://www.revistasustentabilidade.com.br/s02/pesquisa-e-inocacao/os-segredos-da-sustentabilidade-nas-empresas</font></a><font face="Calibri"> <o:p></o:p></font></span></p>
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		<title>Nota baixa na escola: a culpa nem sempre é do aluno</title>
		<link>http://www.promonvoluntariado.com.br/2009/03/19/nota-baixa-na-escola-a-culpa-nem-sempre-e-do-aluno/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 13:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Risério</dc:creator>
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Nota baixa na escola: a culpa nem sempre é do aluno
07/03/2009
Fonte: A Gazeta

O ano letivo nem bem começou e aí está você, preocupado com o desempenho escolar do seu filho. Mas antes de forçá-lo a estudar mais do que o necessário ou deixá-lo de castigo por tirar uma nota baixa, pense que há outros fatores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" width="100%" cellPadding="0" cellSpacing="0" style="width: 100%" class="MsoNormalTable">
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<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Century Gothic','sans-serif'">Nota baixa na escola: a culpa nem sempre é do aluno<br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Century Gothic','sans-serif'">07/03/2009<br />
Fonte: A Gazeta<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Century Gothic','sans-serif'">O ano letivo nem bem começou e aí está você, preocupado com o desempenho escolar do seu filho. Mas antes de forçá-lo a estudar mais do que o necessário ou deixá-lo de castigo por tirar uma nota baixa, pense que há outros fatores que podem ser responsáveis por esse mau desempenho.<br />
&#8220;Um problema de aprendizagem pode ter várias causas, que vão desde a limitação da própria criança até o modelo pedagógico da escola, além de questões familiares&#8221;, destaca o psicopedagogo Cláudio Miranda.<br />
Para evitar dores de cabeça no final do ano, é aconselhável avaliar agora o comportamento da criança ou adolescente. &#8220;No início do ano os pais devem ficar atentos às falas dos filhos, de quem eles falam, o que eles falam, e como eles falam (se tem muita carga emocional ou não)&#8221;, ensina Miranda.<br />
Para ele, os pais devem ajudar o filho, principalmente se houve mudança de escola ou colegas. &#8220;Caso a situação persista deve-se procurar ajuda especializada&#8221;, aponta.<br />
Colocar a culpa apenas na criança é um erro muito mais comum do que se imagina, inclusive entre os próprios alunos. Em pesquisa recente da Unesco, 82% dos alunos ouvidos dizem que, se não passar de ano, a culpa é sua, muito mais que da escola (mencionada por apenas 5%) ou dos professores (3,7%).<br />
Os pais também culpam o filho: Outra pesquisa, &#8220;A Escola Vista por Dentro&#8221; indica que 63% dos pais da escola municipal e 54% dos da estadual culpam o filho por sua repetência.<br />
Malandragem?<br />
Mas nem toda reprovação é sinônimo de malandragem. &#8220;Existem alunos que estudam e não conseguem aprender tão facilmente. Isso pode acontecer por uma questão de aptidão para determinado tema e até pela relação com o professor, que pode causar uma verdadeira aversão pelo assunto&#8221;, aponta o especialista.<br />
Para a pedagoga Eliza Bartolozzi, a estrutura das escolas e o próprio currículo fazem os alunos se desinteressarem. Segundo ela, o currículo &#8220;ainda é fragmentado, não traduz a complexidade e a diversidade da vida humana&#8221;.<br />
O importante é ficar atento ao comportamento dos filhos logo no começo do ano, para ter tempo de evitar uma possível reprovação, destaca o psicopedagogo Cláudio Miranda.<br />
Pais devem ficar de olho sempre<br />
Só porque você paga uma escola particular, não pense que pode abrir mão de acompanhar a educação do seu filho de perto. Quem coloca o filho em escola particular (12% do total das matrículas da educação básica) tende a acreditar que elas são melhores que as escolas públicas.<br />
Mas o problema é que mesmo os alunos ricos do Brasil têm desempenho pior do que o dos alunos mais pobres dos países desenvolvidos em avaliações como o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), do MEC.<br />
&#8220;Por melhor que seja uma escola, os pais devem acompanhar o desenvolvimento do filho e estimulá-lo a aprender mais, acompanhando-o nos deveres de casa e incentivando o gosto pela leitura&#8221;, aponta o psicopedagogo Cláudio Miranda.<br />
Ele destaca que qualquer instituição pode cometer erros. E que crianças e adolescentes podem não se adaptar a determinadas linhas pedagógicas. &#8220;Pais atentos poderão corrigir mais rápido quaisquer problemas que possam surgir&#8221;, lembra.<br />
Como identificar as dificuldades<br />
Quem tem filhos adolescentes sabe: muitas vezes, é difícil distinguir a dificuldade, da malandragem. Mas, segundo o psicopedagogo Cláudio Miranda, com um pouquinho de atenção, dá para descobrir a diferença e optar pelo castigo ou pelo diálogo.</span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Century Gothic','sans-serif'"> &#8220;Uma criança ou adolescente que não se adaptou à escola irá apresentar muito mais reações e comportamentos atípicos para a série e idade em que se encontra&#8221;, ressalta. Nesses casos, de acordo com o especialista, pode haver com freqüência apatia, choro, recusa a ir a escola, além de reclamação da professora e dos colegas.<br />
Interesse<br />
Segundo o especialista, quando é malandragem a criança vai bem na escola, mas não faz as atividades por falta de interesse mesmo, ou para chamar atenção.<br />
&#8220;Mesmo assim, os pais devem ficar atentos porque a própria malandragem pode refletir a não-adaptação. A falta de compromisso e o desinteresse também são sinais de que algo vai mal na vida acadêmica ou pessoal do aluno&#8221;, aponta.<br />
Ajude seu filho<br />
Vários fatores podem comprometer o desempenho do seu filho na escola. Saiba quais são e como ajudá-lo:<br />
Causas<br />
Na própria criança: Limitações fisiológicas, emocionais e intelectuais podem fazer com que a criança apresente dificuldades específicas na escrita, como troca ou omissão de letras, atraso na leitura e dificuldades de raciocínio lógico<br />
Na família: A família pode ser causadora de problemas na aprendizagem quando os adultos responsáveis pela criança não valorizam a vida acadêmica da criança. A falta de acompanhamento diário dos deveres também pode pode ser uma causa. Um relacionamento tumultuado em casa também gera tensão na criança, predispondo-a ao fracasso<br />
Na escola: A metodologia, o sistema de avaliação e a relação professor/aluno podem influenciar diretamente no desempenho, tanto positiva quanto negativamente<br />
No relacionamento com colegas: Ser alvo de chacota e discriminação pode afastar a criança da escola e criar uma baixa auto-estima, que vai desestimulá-la a estudar<br />
Sinais<br />
Físicos: A criança pode sentir uma reação psicossomática, como tonteira, náusea, dor de cabeça, sudorese, tremores, dor de barriga, além de apatia e choro<br />
Sociais: Ela também pode se afastar dos colegas, não ter mais vontade de ir a festinhas, provavelmente com medo de ser ridicularizada<br />
O que fazer<br />
Atenção: Ficar atento a mudanças de comportamento dos filhos e até sintomas físicos<br />
Presença: Pais e mães devem ir a reuniões da escola e falar com professores e equipe técnica sobre as dificuldade do filho<br />
Diálogo: Procure conversar com seus filhos. Mostre-se preocupado e disponível para seu filho. Faça isso de forma acolhedora sem usar palavras duras e ríspidas<br />
Procure ajuda: Caso seja necessário procure os pedagogos da escola e converse sobre o que pode estar acontecendo e como é possível ajudar<br />
Mude de escola: Mudar de escola pode ser uma solução quando tudo já foi tentado antes. Mas uma mudança ao primeiro sinal de dificuldade pode ser apenas uma mudança de endereço<o:p></o:p></span></td>
</tr>
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